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Menor aproveitamento dos fertilizantes
Parte dos nutrientes disponibilizados à cultura, especialmente fósforo, potássio e nitrogênio, passa a ser absorvida pelas plantas daninhas, reduzindo a eficiência do investimento realizado na adubação.
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Redução do desenvolvimento radicular da soja
A competição por água e nutrientes pode limitar o crescimento do sistema radicular, diminuindo a capacidade da cultura de explorar o solo e acessar recursos ao longo do ciclo.
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Menor interceptação de luz pela cultura
Quando as plantas daninhas se estabelecem junto à soja, parte da radiação solar é capturada antes de atingir o dossel da cultura, reduzindo o potencial fotossintético da lavoura.
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Maior risco de perdas em produtividade e rentabilidade
Somados, esses fatores podem reduzir o potencial produtivo da lavoura e comprometer o retorno sobre os investimentos realizados desde o início do ciclo.
Nesse contexto, o manejo pré-emergente se torna uma estratégia importante para reduzir a pressão inicial das plantas daninhas. Ao atuar antes ou durante o processo de emergência, essa prática contribui para proteger o estabelecimento da cultura e preservar seu potencial produtivo.
Quando o controle de plantas daninhas não é eficiente, a matocompetição ganha força na área aumentando o risco de perdas de produtividade e impactos na rentabilidade da safra.
Para reduzir o risco de matocompetição desde o início do ciclo, o produtor pode adotar estratégias de manejo com ação na pré-emergência das plantas daninhas. O objetivo dessa abordagem é diminuir a pressão inicial de infestação e favorecer o estabelecimento da cultura nos estágios mais sensíveis do desenvolvimento.
Entre as tecnologias disponíveis para esse momento do manejo, PREDECESSOR® reúne três ingredientes ativos, Imazetapir, Diclosulam e Flumioxazin, que atuam de forma complementar no controle de plantas daninhas. A combinação busca ampliar o espectro de ação sobre folhas estreitas, folhas largas e espécies de difícil manejo, incluindo populações resistentes ao glifosato.
De forma simplificada, cada molécula contribui de uma maneira diferente para ampliar o espectro e fortalecer o manejo:
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Imazetapir: atua de forma sistêmica, auxiliando no controle de diferentes espécies de plantas daninhas durante o desenvolvimento inicial.
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Diclosulam: contribui para o controle de folhas largas e espécies de difícil manejo, fortalecendo estratégias de manejo e resistência.
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Flumioxazin: apresenta ação de contato e residual no solo, auxiliando na redução da emergência inicial de plantas daninhas e protegendo o estabelecimento da cultura.
Ao ser inserido em um programa de manejo adequado para a área e para o histórico de infestação, o uso de tecnologias pré-emergentes contribui para reduzir a competição inicial e proteger o potencial produtivo da soja.
Para obter melhores resultados no manejo e tomar decisões mais adequadas para cada realidade de área, consulte sempre um engenheiro agrônomo. O acompanhamento técnico contribui para estratégias mais eficientes, seguras e sustentáveis ao longo do ciclo da cultura.